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POLOS DE ENSINO UNIASSELVI
INSTITUTO EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO SUL
23 de julho de 2012

Criação de empregos formais recua 25,9% no primeiro semestre do ano

CONTEÚDO DO POST

   Para reverter a estagnação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no ensino médio, o Ministério da Educação planeja atuar em duas frentes: reduzir a fragmentação dos conteúdos curriculares na sala de aula e aumentar o número de horas que os estudantes passam na escola. O governo estuda adotar, como indicador de qualidade para este nível de ensino, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), já que a Prova Brasil do ensino médio –um dos dados usados no cálculo do Ideb– é aplicada com um número pequeno de estudantes e, por isso, tem apenas valor amostral.

   De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, apesar de o MEC considerar os resultados do Ideb para o ensino médio, ele ainda é feito em quantidades muito pequenas e, portanto, tem valor amostral, e não censitário, como ocorre com as escolas do ensino fundamental. Para melhor a avaliação dos adolescentes que concluem o ciclo básico, ele afirmou que pretende estudar a possibilidade de adotar o Enem como indicador de qualidade das escolas.

   “São 1,8 milhão de alunos que se formam neste ano, 1,5 milhão já estão inscritos para o Enem, ele já é o exame censitário”, afirmou Mercadante em entrevista à Globo News (veja no vídeo acima). O secretário de Educação Básica, Antonio Cesar Callegari, explicou que a proposta ainda vai ser estudada pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), já que o Enem, atualmente, serve como avaliação individualizada do aluno, diferentemente da Prova Brasil, que não pode ser comparável entre alunos, mas avalia a escola e as redes de ensino.

   Mercadante explicou que, caso o Enem adote mais esta função, ele não vai deixar usado também pelos alunos interessados nos programas de bolsas de estudo e financiamento estudantil do governo, além de vagas nas instituições federais que participam do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

 

FONTE: G1.com

EDITORIAL: Vestibular e Educação

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